Glossário de peças para caminhão e linha pesada
O que cada peça faz, quais sinais indicam falha e o que informar na cotação — com atalho para a categoria no catálogo e, quando houver, para o guia completo no blog.
A
- Arla 32
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Fluido redutor (ureia automotiva a 32,5%) do sistema SCR em motores Euro 5 e Euro 6. Sem Arla, ou com produto adulterado, o caminhão pode entrar em derate (torque reduzido) e acender alertas de SCR/NOx no painel. O consumo típico fica em torno de 3% a 5% do diesel, conforme rota e carga.
Na cotação: relate códigos de falha, posição do sensor e se o problema começou após abastecimento. Quase sempre o diagnóstico cruza Arla com sensor NOx e componentes do SCR.
- Anel de conexão (anel de freio ar)
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Anel metálico usado com tubo nylon/PU em circuitos de freio a ar. Trabalha junto com insert e porca para vedar e travar o tubo. Medida errada (6, 8, 10, 12 ou 16 mm) é causa frequente de vazamento após a montagem.
B
- Bolsa de ar da cabine (kit bolsa cabine)
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Elemento pneumático da suspensão da cabine que absorve vibração e impacto. Bolsa furada, ressecada ou com suporte quebrado gera batida seca, cabine “dura” e fadiga do motorista. Em muitas cabines a falha está no conjunto (bolsa + suporte + ferragens), não só na bolsa.
Na cotação: informe modelo e geração da cabine (ex.: Volvo FH4/FH5, FM), posição (dianteira/traseira) e se o kit precisa vir completo.
- Buzina a ar (pneumática) para caminhão
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Buzina acionada por ar comprimido, com alcance maior que a elétrica. O número de cornetas muda pressão sonora e perfil acústico: 3 cornetas (mais compacta), 4 (equilíbrio) e 5 (mais encorpada, exige mais vazão de ar). Falhas comuns: solenoide emperrada, falta de pressão, mangueira ressecada ou reservatório com água.
Sinais de problema: som fraco, atraso no acionamento, vazamento audível ou buzina muda sob carga elétrica baixa.
Na cotação: voltagem da solenoide (12V/24V), quantidade de cornetas, tipo de fixação e se o veículo tem ar de fábrica.
Ver buzinas no catálogo Artigo: diferença entre 3, 4 e 5 cornetas
C
- Catraca de freio (ajustador de freio a ar)
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Peça que regula a folga entre patim/lona e tambor no freio a ar. Catraca travada ou desregulada aumenta o curso do pedal, reduz eficiência e acelera o desgaste das lonas. Existem modelos manuais e automáticos; a referência depende de eixo, lado e tipo de freio.
Sinais de falha: pedal longo, freio irregular entre lados, superaquecimento do tambor e desgaste acelerado de lona.
Na cotação: lado (LE/LD), eixo (dianteiro/traseiro/carreta) e se a catraca é automática ou manual. Na reposição, revise também a cuíca e o estado das lonas.
Ver catracas de freio no catálogo Artigo: automática x manual, regulagem e quando trocar
- Cinta com catraca para amarração de carga
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Cinta de poliéster com catraca de tensionamento para fixar carga em carrocerias e carretas. Capacidade (ex.: 3 t, 5 t), largura e comprimento definem a aplicação. Cinta cortada, costura danificada ou catraca emperrada deve ser substituída — é item de segurança e fiscalização.
- Chave de seta / comando de farol
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Alavanca ou módulo na coluna que aciona seta, farol, limpador e, em alguns modelos, piloto automático. Falhas típicas: contato interno gasto, seta que não cancela ou farol que não responde. A referência muda entre Volvo FH/FM/NH, Scania e outras marcas.
- Conexão instantânea pneumática (conexão PU / push-in)
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Conexão de encaixe rápido para tubo de poliuretano ou nylon em sistemas de ar comprimido e freio a ar. Famílias comuns: união, tee, cotovelo, redução, conector macho e engates. É uma das categorias com mais SKUs no mix B2B porque cada bitola e formato resolve um ponto diferente do circuito.
Causas clássicas de vazamento: tubo mal cortado (fora do esquadro), diâmetro errado (4, 6, 8, 10, 12, 16 mm), anel de retenção danificado ou tubo não empurrado até o fundo do encaixe.
Na cotação: informe o diâmetro externo do tubo, o formato (reto, 90°, tee, redução) e se a ponta é só tubo ou tem rosca (BSP, métrica). No catálogo Oluap, várias medidas ficam agrupadas no mesmo produto com tabela de códigos.
- Cotovelo união PU / cotovelo macho
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Conexão em 90° para mudar a direção da linha de ar sem dobra excessiva no tubo. Versões plásticas (push-in) e de latão (com rosca ou anel) atendem aplicações diferentes. Escolha pela medida do tubo e pelo tipo de rosca no ponto de fixação.
- Cuíca de freio
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Atuador pneumático que transforma pressão de ar em força sobre a catraca e o patim. Há cuíca de serviço (freio de pedal) e de estacionamento/spring brake (freio de mão). É peça crítica de segurança: referência errada ou falha interna compromete a frenagem do caminhão ou da carreta.
Sinais de falha: freio fraco, curso longo da haste, vazamento audível, corrosão na carcaça, frenagem puxando para um lado ou impossibilidade de liberar o freio de estacionamento.
Quando trocar: diafragma rompido, mola danificada, haste empenada, carcaça trincada/corroída ou perda de pressão que não se resolve em mangueiras e válvulas. A desmontagem de spring brake exige procedimento seguro — a mola armazena energia perigosa.
Na cotação: tipo (serviço ou combinada), tamanho (ex.: 16, 20, 24, 30), aplicação (cavalo ou carreta) e código original.
Ver cuícas de freio no catálogo Artigo: o que é, como funciona e quando trocar
E
- Engate rápido com pino (conexão freio ar)
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Acoplamento para conectar e desconectar mangueiras de ar com rapidez, comum em pontos de serviço e linhas de freio. Desgaste no pino, o-ring ou corpo gera vazamento e perda de pressão.
- Esticador de correia (alternador / hélice)
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Mantém a tensão da correia do motor. Esticador gasto provoca chiado, correia frouxa, carga irregular no alternador ou superaquecimento por falha da hélice. Em motores Volvo D13 e similares há referências distintas para alternador e hélice.
F
- Farol principal LED para caminhão
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Conjunto de iluminação dianteira (baixa/alta) da cabine. Modelos LED melhoram alcance e durabilidade frente ao halógeno, mas carcaça, conector e lado precisam ser compatíveis com a geração do veículo (ex.: Scania NTG, Volvo FH/FH4). Farol embassado, queimado ou com foco desalinhado reduz segurança noturna e aumenta risco de fiscalização.
Na cotação: lado (direito/esquerdo), quantidade de focos, ano/modelo da cabine e código original. Farol principal e auxiliar não são intercambiáveis.
- Farol auxiliar / farol de milha
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Iluminação complementar para estrada e neblina. Instalação irregular e lâmpadas inadequadas causam ofuscamento e problemas em fiscalização. Escolha por voltagem (12/24 V), tipo de fixação, número de focos e padrão de facho.
- Freio a ar (sistema pneumático de freio)
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Sistema padrão em caminhões e carretas: compressor gera ar, reservatórios armazenam, válvulas distribuem e cuícas/catracas aplicam a força no tambor ou disco. Perda de pressão, água no circuito e peças desreguladas são as causas mais frequentes de freio “esponjoso” ou ineficiente.
Manutenção que reduz retorno: dreno dos reservatórios, inspeção de mangueiras e conexões, ajuste de catracas e teste de pressão com tomada de teste.
- Freio spring brake (freio de estacionamento pneumático)
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Tipo de cuíca com mola interna que aplica o freio quando não há pressão de ar (freio de mão). Se a mola falha ou o pistão trava, o veículo pode não soltar o estacionamento ou ficar sem retenção em rampa. Nunca desmonte spring brake sem procedimento seguro.
G
- Geladeira portátil para caminhão (quadri-volt)
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Refrigerador para cabine que costuma operar em 12V, 24V, 110V e 220V (quadri-volt). Capacidades comuns vão de 20 a 55 litros. O painel digital permite faixa típica de +20 °C a −25 °C, trava de limites (H/L), proteção de bateria H1/H2/H3 e modos eco/turbo. É item de alto giro para lojistas e frotas que atendem motoristas de longa distância.
Dúvidas frequentes na aplicação: geladeira que “não chega a −25 °C” (painel travado), código F1 (bateria baixa — não é defeito do compressor) e escolha de volume conforme espaço da cabine e dias de viagem.
Na cotação: litros, cor/acabamento, se precisa de quadri-volt e se a compra é unitária ou lote para loja.
Ver geladeiras no catálogo Artigo: capacidades e como configurar
I
- Insert freio ar
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Inserto (buchinha) de latão colocado na ponta do tubo nylon/PU antes da conexão, reforçando a parede do tubo e melhorando a vedação. Sem insert, ou com insert da medida errada, a conexão pode vazar ou soltar sob vibração. Combine sempre insert + anel + porca/conexão da mesma bitola.
- Interruptor / chave geral de bateria
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Comando elétrico no painel ou no circuito de bateria. A chave geral corta a alimentação e é crítica em manutenção e segurança contra curto. Contato queimado, folga no acionamento ou oxidação geram falha intermitente.
K
- Kit mola cabine
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Conjunto de molas e componentes da suspensão mecânica da cabine (quando não é só pneumática). Cabine desalinhada, batente batendo ou inclinação excessiva podem indicar mola quebrada ou kit incompleto. Kits de lados e gerações diferentes (ex.: FH4/FH5) não são intercambiáveis.
L
- Lanterna LED para carreta
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Lanterna de sinalização traseira/lateral do implemento. LED reduz consumo e falhas por vibração frente à lâmpada convencional. Pontos críticos: formato (redonda, oval), função (freio, posição, seta), conector e vedação. Lanterna com água ou plaquinha queimada é motivo frequente de reprovação em fiscalização.
Ver lanternas para carretas no catálogo Tipos e funções de lanterna
- Lanterna para caminhão
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Conjunto traseiro ou lateral do cavalo mecânico. Além da referência correta, observe se o soquete e o chicote estão oxidados — trocar só a lanterna sem tratar o chicote pode repetir a falha. Em frota, padronizar LED facilita manutenção e reduz retorno de oficina.
Ver lanternas para caminhões no catálogo Tipos e funções de lanterna
M
- Mangueira de ligação (cavalo × carreta)
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Mangueira pneumática que leva ar de freio/suspensão entre cavalo e carreta. Rachadura, ressecamento ou engate gasto causam perda de pressão e freio ineficiente no implemento.
- Mangueira de intercooler
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Conduz o ar entre turbo, intercooler e coletor. Mangueira ressecada, rachada ou com abraçadeira frouxa gera perda de pressão de admissão, fumaça e queda de potência.
- Manopla / alavanca de câmbio
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Comando da transmissão. Folga excessiva, trava que não engata ou botões sem função indicam desgaste interno. Referências variam por marca e tipo de caixa.
- Maçaneta externa de porta
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Peça de abertura da cabine, exposta a sol, chuva e uso intenso. Folga, quebra do gatilho ou falha no cilindro dificultam o acesso. Confirme lado e geração da cabine.
- Mola mestre (feixe de mola)
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Lâmina principal do feixe de mola da suspensão mecânica. Quebra ou deformação provoca desnível, desgaste irregular de pneu e batidas. Avalie o feixe completo e os grampos na troca.
O
- Olhal banjo (conexão freio ar)
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Conexão em formato de olhal usada com parafuso oco em circuitos de freio a ar e óleo. A medida do olhal (8 a 16 mm) e a rosca do parafuso precisam combinar — peça “parecida” é causa clássica de vazamento.
P
- Parafuso oco (simples e duplo)
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Parafuso com furo interno para passagem de ar ou fluido no conjunto banjo. O simples atende um olhal; o duplo permite dois olhais no mesmo ponto. Sempre troque as arruelas de vedação na remontagem.
- Patim de freio (sapata) e mola do patim
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Sapata que sustenta a lona e a pressiona contra o tambor. Patim empenado, pino gasto ou mola de retorno fraca geram ruído, desgaste irregular e freio puxando para um lado. Em carretas, cruze a referência com o diâmetro do tambor e o tipo de freio.
R
- Registro pneumático (mini, esfera, borboleta)
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Válvula para abrir ou fechar a passagem de ar em linhas pneumáticas. Útil em ramais de manutenção, secadores e pontos de serviço. Confirme conexão (macho×fêmea, fêmea×fêmea) e medida (1/4, 1/2).
- Retrovisor elétrico / aquecido para caminhão
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Espelho externo principal ou auxiliar. Versões elétricas e aquecidas melhoram ajuste e visão em serração/chuva. Falhas comuns: motorzinho sem movimento, aquecimento inoperante ou haste quebrada por impacto. A carcaça precisa casar com o braço da cabine.
Na cotação: lado, se é principal ou auxiliar, e se o original tem aquecimento/elétrico.
- Rolamento de cubo para carreta
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Rolamento do cubo de roda do implemento. Folga, ruído metálico e aquecimento excessivo do cubo são sinais clássicos de falha. Instalação com pré-carga incorreta reduz a vida útil. Na troca, revise retentor e graxa.
- Roda de alumínio / aço 22,5
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Roda disco 22,5" é padrão em muitos eixos de linha pesada. Alumínio reduz peso; aço prioriza robustez e custo. Confirme furação, offset e se há trinca ou ovalização na roda usada.
S
- SCR (redução catalítica seletiva)
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Sistema que injeta Arla 32 nos gases de escape para reduzir NOx em motores Euro 5/6. Depende de dosador, catalisador e sensores NOx. Falhas no SCR geram alerta no painel, registro de ocorrência e, em muitos casos, derate até a correção.
- Sensor NOx (Arla / Euro 5 e Euro 6)
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Sensor que mede óxidos de nitrogênio no escape, antes e/ou depois do catalisador SCR. Sintomas de falha: luz de injeção/SCR acesa, código de falha, consumo anormal de Arla e limitação de potência. Referências mudam por marca e posição (ex.: Scania NTG, Scania 124, Volvo FH13/FH4/VM).
Na cotação: marque, modelo, ano, posição do sensor (pré/pós) e código original. Muitos “sensores ruins” na verdade têm mau contato no chicote — valide o conector antes de fechar a troca.
T
- Tapa-sol para caminhão (moldura e acrílico)
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Conjunto na parte superior da cabine que reduz ofuscamento solar. Inclui moldura, lente/acrílico e frisos. Acrílico amarelado, rachado ou moldura solta prejudica visão e acabamento. Modelos diferem por geração (ex.: Volvo FH/FM 2010–2014 vs FH4/FH5, Scania 124). Moldura e acrílico raramente são universais.
- Tee união / tee redutor / tee macho (conexões)
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Conexão em T para derivar linha de ar em três vias. Versões com redução no centro ou saída macho lateral atendem ramais com medidas diferentes. Erro comum: usar tee de medida única onde o projeto pede redução.
- Tomada elétrica cavalo × carreta (7 vias / ABS)
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Conector que leva sinalização e, em versões específicas, comunicação ABS/EBS do cavalo para a carreta. Contato oxidado ou pino torto apaga lanternas, setas ou gera falha de ABS no implemento.
- Tomada de teste / tee teste (freio a ar)
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Ponto para acoplar manômetro e medir pressão no circuito pneumático. Essencial no diagnóstico de vazamento, válvula defeituosa ou compressor fraco. Tampinha ausente ou vedação ruim deixa o circuito vulnerável a sujeira e perda de ar.
U
- União PU / união instantânea metal / união redutora
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Conexão reta tubo a tubo. A união PU plástica e a metálica instantânea servem a linhas pneumáticas; a redutora liga diâmetros diferentes (ex.: 10×8 mm). Corte o tubo no esquadro, sem rebarba, e empurre até o fundo do encaixe.
V
- Válvula de dreno (reservatório de ar)
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Elimina água e impurezas do reservatório de ar comprimido. Sem drenagem, a umidade oxida válvulas, congela em regiões frias e reduz eficiência do freio. Há modelos manuais e automáticos; travada aberta esvazia o sistema, travada fechada acumula água.
- Válvula de proteção 4 vias / 4 circuitos
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Válvula que isola circuitos do sistema de ar (freio serviço, estacionamento, auxiliares). Em caso de vazamento em um ramal, preserva pressão nos demais. Falha pode esvaziar o sistema inteiro ou impedir a liberação do freio. Confirme se o modelo é com ou sem sensor e as referências cruzadas na cotação.
Não achou o termo ou ficou em dúvida na aplicação?
Nosso atendimento consultivo ajuda a cruzar referência, lado, medida e compatibilidade antes da compra.